blog do curso de Comunicação Empresarial do ISCAP
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terça-feira, 12 de junho de 2007

Linguagem e [Inter]Subjectividade

"Muitas noções na linguística, e talvez mesmo na psicologia, aparecerão sob uma luz diferente se as restabelecermos no quadro do discurso, que é a língua enquanto assumida pelo Homem que fala, e sob a condição de intersubjectividade, única que torna possível a comunicação linguística."

Émile Benveniste

sábado, 9 de junho de 2007

Pragmática da Comunicação [I]

[a partir da leitura de Paula Ramalho Almeida com abordagem a diversos autores]


LINGUAGEM E [INTER]SUBJECTIVIDADE



"a linguagem ensina a própria definição do homem"

Émile Benveniste


Texto baseado na matéria leccionada na Disciplina de Teoria da Comunicação e Práticas Textuais com anotações diversas. Acerca da LINGUAGEM E [INTER]SUBJECTIVIDADE.


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sábado, 2 de junho de 2007

Pragmática da Comunicação - Conceito

Adriano Duarte Rodigues in "(Linguística e Comunicação) A Partitura Invisível - Para uma Abordagem Interactiva da Linguagem" (Lisboa, Edições Colibri, 2005) definiu o conceito de Pragmática da Comunicação.
Não querendo ser uma especialista (que não o sou, sou apenas uma estudante do tema, no âmbito da Comunicação Empresarial) resolvi fazer um pequeno resumo do texto deste autor, que, na minha modesta opinião, conseguiu definir a Pragmática da Comunicação de forma clara e que pode ajudar a entender este tema.

O termo pragmática é muitas vezes confundido com o termo prática. Ora nada como procurar a origem de uma palavra para conhecermos o seu verdadeiro significado.

De origem grega, o termo pragmática surgiu do substantivo "he pragma" (negócio, assunto), tem como significado "cuidado, o trabalho ou aplicação que se põe na confecção ou no fabrico de alguma coisa".

Tendo sido aplicado em várias áreas (desde o direito á filosofia, passando pela matemática), o termo pragmática, a partir de 1851, passou a denominar uma corrente filosófica norte-americana, encabeçada por William James e Charles S. Pierce, que defendia que "o valor prático de uma proposição é considerado como o critério da sua verdade ou, pelo menos, da sua aceitabilidade".

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Internet e Blogs - A Palavra aos Entendidos #004

Paulo Querido é jornalista desde 1981, tendo sido agraciado com vários prémios [Prémio Jornalismo Raul Junqueiro APDC/Ericsson, Prémio Algarve/Imprensa, Prémio Gandula] e é colaborador permanente no Expresso após passagens pelo Gazeta dos Desportos, Diário Popular, Rádio Algarve, Correio Informático e Recortes.
A par da actividade jornalística, tem desenvolvido actividades como consultor de sistemas informáticos editoriais. Tem diversas publicações em livro: “Amizades Virtuais, Paixões Reais, a Sedução pela Escrita”, Co-autor do livro “Blogs”, Autor do livro “Homo Conexus – O Que Nos Acontece Depois De Nos Ligarmos à Internet”, Co-autor da obra “O Futuro da Internet”, Co-autor do livro “O Fundamental do CorelDraw”. Tem sido orador e apresentador nos mais diversos eventos relacionados com informática e Internet.
Cria a primeira rede editorial de blogues [http://tubaraoesquilo.pt/]. Membro do Grupo de Alto Nível da Associação para a Promoção e Desesenvolvimento da Sociedade da Informação, Formador na área do jornalismo online ao serviço do Observatório de Imprensa, Fundador do projecto weblog.com.pt, web-activista, participação em diversos projectos; Faz primeira entrevista transatlântica utilizando a Internet (João Cabeçadas, circum-navegador, para o Expresso) (1989); Editor do primeiro suplemento regular de informática da Imprensa portuguesa, Bit-bit (Diário Popular), em 1984/85. Fundador e director da inovadora BBS “A Rede”, onde lançou a primeira edição digital europeia na Internet de um orgão de comunicação social (o semanário Blitz). Responsável pelo primeiro título português com edição simultânea no papel e na Internet (o jornal Correio Informático/Computerworld, de que era Chefe de Redacção). Fundador da primeira empresa gráfica totalmente assente nas novas tecnologias (Cibergráfica). Mantém o blog "Mas Certamente Que Sim!".
Para o Paulo, o nosso abraço e agradecimentos.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Lógica relacional humana e conceitos de comunicação [II]

[imagem: Seagram]
Adaptado de "Habilidades en Salud Mental", edição de Março de 2005, por JA Barbado Alonso, JJ Aispiri Diaz, PJ Cañones Garzón, A Fernández Camacho, F Gonçalves Estella, JJ Rodríguez Sendín, I De la Serna de Pedro, JM Solla Camino.
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DIMENSÃO PRAGMÁTICA DA COMUNICAÇÃO
A IMPOSSIBILIDADE DE NÃO COMUNICAR
OS NÍVEIS: INFORMATIVO E RELACIONAL
OS CANAIS: DIGITAL E ANALÓGICO
AS INTERACÇÕES: SIMÉTRICA E COMPLEMENTAR
PONTUAÇÃO DA SEQUÊNCIA INTERACTIVA
REDUNDÂNCIA E RUÍDO
A MENSAGEM DEPENDE DO RECEPTOR

terça-feira, 29 de maio de 2007

Lógica relacional humana e conceitos de comunicação [I]

Adaptado de "Habilidades en Salud Mental", edição de Março de 2005, por JA Barbado Alonso, JJ Aispiri Diaz, PJ Cañones Garzón, A Fernández Camacho, F Gonçalves Estella, JJ Rodríguez Sendín, I De la Serna de Pedro, JM Solla Camino.
Os links e expressões a bold são da responsabilidade de CJT.
[imagem: Luísa Ferreira]


CONCEITOS DE COMUNICAÇÃO HUMANA

COMUNICAÇÃO NÃO VERBAL

DIFERENÇAS ENTRE COMUNICAÇÃO VERBAL E NÃO-VERBAL

ELEMENTOS DE COMUNICAÇÃO NÃO-VERBAL

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Internet e Blogs - A Palavra aos Entendidos #002

Zita Romero é a Coordenadora do Curso de Comunicação Empresarial do ISCAP e, amavelmente, acedeu ao nosso convite para nos deixar uma breve opinião acerca do tema em curso.
Para ela o nosso abraço e agradecimentos.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Internet e Blogs - A Palavra aos Entendidos #001

José Orihuela é professor na Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra [Pamplona, Espanha] e autor do livro "A Revolução dos Blogs" [La Esfera de Los Libros, Madrid, 2006]. É autor dos blogs eCuaderno.com impulsionador da rede de blogs minoic.net.

Simpaticamente acedeu ao nosso convite, enviando o texto abaixo que confiamos não necessitar de tradução.

Daqui, o nosso abraço e agradecimentos.

sábado, 26 de maio de 2007

"É a vida!" - A sombra branca do irreal imperceptível

[imagem: autor desconhecido]
A citação de John Gray acerca do papel dos media na construção da consciência, na altura inscrita a propósito da utilização de meios de comunicação e da inteligência artificial levou-me, mal a tinha escrito, a pensar no texto de José Gil, texto que abre o livro Portugal, Hoje - O Medo de Existir.

Este texto, reproduzido abaixo, leva-nos a pensar numa nova forma de apreensão da realidade, nas novas convenções, frutos da incessante actividade mediática. A superprodução de informação, a banalização da tragédia, o contraponto da boa disposição de fim de noticiário que nos leva a pensar que, afinal de contas, tudo está como devia ser, tudo é equilíbrio natural, que tudo há-de entrar nos eixos enquanto houver luz ao fundo do túnel, enquanto houver uma cria de panda que nasce e que é noticiada após todas as tragédias humanas. É uma análise exaustiva e controversa da sociedade de informação e da sociedade consumidora de informação e das implicações sociais e governativas do alheamento e do desfazamento entre a realidade e o tempo presente.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Às voltas com a consciência e Brutus 1

"Na pré-história evolutiva, a consciência aparece como um efeito secundário da linguagem. Hoje, é um subproduto dos média."
John Gray, Sobre Humanos e Outros Animais, Asa Editores, Lisboa, 2007
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A citação acima irá talvez parecer despropositada quando tivermos chegado ao final deste post. Poderíamos facilmente encaixá-la numa outra situação qualquer, como num texto de José Gil que será aqui reproduzido e que tem a ver, realmente, com a profunda influência dos média nas consciências - individual e colectiva.
Ao falarmos em consciência e média, pensamos de imediato em coisas como as convenções reinantes acerca de novas formas de apreensão da realidade - daí o José Gil - , falamos de comunicação. Mas falamos sempre da comunicação como tendo, no mínimo, um emissor e um receptor. No mínimo, pensamos na comunicação com um propósito, definido ou não, mas consideramos ser esta algo dependente, pelo menos, de uma qualquer programação que obedece a um objectivo: o exemplo de um semáforo que, não sendo consciente, emite sinais dirigidos a receptores que têm a capacidade de os descodificar segundo as convenções existentes. Sinais programados por alguém cujo propósito é o de regular o tráfego.
O que pretendo dizer é simples: o acto de comunicar pressupõe um nível de consciência que, por "básico" que seja, define o teor e o objectivo da mensagem. São palavras minhas e naturalmente sujeitas a correcção [ah! pois! a caixa de comentários...]
E a minha confusão começa aqui:

Qualquer um pode escrever?

[imagem: autor desconhecido]
A iniciar as hostilidades, deixo por cá a segunda parte de um texto de Luís Carmelo, intitulado "Qualquer um pode escrever? Técnica ou imaginação?", resultado da reflexão em torno das questões propostas pela conferência com o mesmo nome e com textos integrais disponíveis no BOCC e no Recensio. As expressões a negrito e a itálico, os hyperlinks e a imagem são da responsabilidade de CJT.